16 fevereiro 2017

5 Coisas Para Ler Quando Não Há Nada Para Fazer #2



Não são raras as vezes que dou por mim desesperada por algo de interessante para ler na net - ou fazer, ou ver, ou ouvir. Ora porque preciso de fazer uma pausa no trabalho/estudo, ou porque estou a procrastinar, ou porque estou num tempo morto e não sei como o ocupar. Enfim, não importam as razões - todos nós temos aqueles momentos em que queremos passar o tempo e não sabemos como. Bem, a Rafaela veio ao vosso resgate e reuniu uma série de links/artigos para todos os gostos e feitios, que podem ler nesses tempos.


Nota: os títulos são links. Podem clicar!
O título é um pouco auto-explicativo. É uma reflexão sobre a forma como são impingidos padrões até na forma como devemos namorar, sobre nos snetirmos bem connosco próprios e sobre a tal dependência de outros. Deixarei apenas uma citação muito boa do texto, e deixo para vocês lê-lo: "[...]eu sugiro sempre desconstruir a crença de que uma pessoa só é completa quando tem sua cara metade. Isso é a mais pura mentira, e de extrema nocividade. Acredito que todo ser humano é completo em si e deve encontrar a felicidade em plenitude única e exclusiva consigo mesmo. A partir do instante em que você é capaz de ser feliz sozinho, possivelmente, você permitirá que seus relacionamentos sejam mais saudáveis e terá menor dependência emocional da outra pessoa".

Foto: RS Photo and Design // Só porque é bonitinha

"Em reuniões de família (ou na escola) quem falava que queria seguir um caminho mais artístico era levado com a mesma seriedade do garoto que dizia que queria ser jogador de futebol. Por isso antes mesmo de tentar, eu desisti. [...] O custo disso foi a minha satisfação. Matei minha vontade de realização pela praticidade, pelo dinheiro garantido todo mês e pelo apartamento em um bairro bom. Não que eu odeie o que já conquistei, mas não era isso que eu queria. "

"O que acontece também é que, quando estamos na rua sozinhas e vemos um homem chegando perto de nós, não há como discernir se ele é ou não um abusador — então, consequentemente, pensamos no pior e tentamos fugir. E por que? Por que essa é nossa forma de se defender? Sabemos que é chato generalizar, mas o que acontece é que precisamos disso para sobreviver. Diante de uma sociedade da qual a vítima é culpada e julgada, da qual o agressor sai impune, nós temos todo o direito de ter este medo. É o reflexo da cultura do estupro."





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