04 abril 2016

7 situações que toda a pessoa distraída e desastrada conhece • Saga dos 7


Como pessoa que teve o prazer de nascer com estas duas características (ser desastrada e distraída) vi-me na obrigação de fazer um post que retratasse o dia a dia de quem, como eu, tem a capacidade de sair de casa com um ténis de cada cor (e de só reparar nesse pormenor seis horas depois).

1- Tens direito a uma coleção semanal, novinha em folha, de nódoas negras


E nem sequer sabes como ou onde as fizeste.
Bater nas coisas, mesmo que elas estejam bastante visíveis, e os nossos olhos bastante abertos, já é algo completamente rotineiro e normal. Os nossos dedos mindinhos dos pés são sempre atraídos para os móveis da casa (que estão há 10 anos no mesmíssimo sítio) e é um milagre ainda não termos partido um braço pela quantidade de vezes que batemos com ele no puxador da porta (mais uma vez, que já habita há 10 anos naquela porta).


2- Estás sempre a perder as chaves de casa


De casa, do carro, do correio e variantes. Mas não perder literalmente. Pessoas distraídas apanham, pelo menos, três mini ataques cardíacos por dia, ao pensar que perderam as chaves. Só que as chaves, provavelmente, não estão realmente perdidas. Elas estão escondidas no cantinho recôndito mais fundo da nossa mala, ou no bolso esquerdo do casaco, ou na confusão que é a nossa mochila.
Regra geral, as chaves estão quase sempre connosco. Exceto quando chegamos às 3 da manhã a casa. Nesse caso, e porque pessoas distraídas e desastradas vivem à base da lei de Murphy, as chaves estarão do outro lado da porta, esquecidas dentro de casa.


3- Os teus amigos não te confiam coisas frágeis para as mãos


Eles já sabem o que a casa gasta. Eles lembram-se bem do destino naquele copo de vidro, que partiste no restaurante, nem Deus sabe como. E ainda hoje lhes pesa na alma aquela mousse de chocolate, com ótimo aspeto, que não puderam provar, porque a pessoa que a estava a levar para a mesa a deixou cair no chão.
Sabemos bem quem era essa pessoa.
Além de assombrados pela lei de Murphy, pessoas desastradas e distraídas foram abençoadas com o dom de ter mãos de manteiga.


4- Dás graças pelo GPS existir


E ficas admirado com a capacidade que algumas pessoas têm de decorar caminhos de uma só vez.
Honestamente, as estradas são todas iguais e as direções dadas pelo Google Maps não são lá muito claras. É obvio que, pela altura do campeonato, talvez já pudesses estar familiarizado com a estrada que estás a percorrer. Já a fizeste algumas vezes, sentado no lugar ao pé do condutor. Mas em vez de estares atento às placas e ao caminho, estavas a admirar a paisagem, a mudar as estações do rádio, a tirar snaps da viagem e a passar pelas brasas. Decorar o caminho? Pfff. Para quê?
Isto também se aplica a pessoas com um fraco sentido de orientação.


5- De férias, não sabes a que dia andas


É segunda-feira? Sábado? Feriado?
Sem a preocupação de saber e ter de cumprir a data de trabalhos escolares, entregas e apresentações (e outros etcecetrismos), andamos completamente perdidos no calendário.
Só sabemos que estamos no mês e Abril e não de Março porque não saber uma coisa dessas seria demasiado mau. Férias são férias e todos os dias são sábados.
Mesmo que olhemos para o visor do telemóvel uma centena de vezes por dia, onde, certamente, estará a data do dia, isso é irrelevante.


 6- Crias novas modas


Mas não novas tendências.
Nós bem que poderíamos ser uns novos Cocos Chanels da vida, por todas as vezes que a nossa capacidade de ser distraído 24 horas por dia nos proporciona momentos criativos por acaso.
De certeza que, pelo menos uma vez na vida, já vestiste uma camisola com a etiqueta para a frente, ou usaste meias diferentes em cada pé.
Os mais distraídos já saíram de casa com uma sapatilha de cada família, e só repararam nisso ao fim do dia. E isso antes da moda de calçar uma All Star preta no pé esquerdo e uma vermelha no direito começar.


7- Por vezes não prestas atenção ao que te dizem


Porque estamos demasiado ocupados a viver o filme que estamos a desenrolar dentro da nossa cabeça, fortíssimo candidato a ganhar um Urso de Ouro. Ou porque a nossa mente está preocupada a pensar no que fazer para o jantar, ou a apreciar a cor verde-petróleo que aquela mosquinha tem perto dos olhos.
Não é que não tenhamos vontade de escutar o que a outra pessoa tem a dizer (nós temos), mas tens lá culpa do mundo te proporcionar tamanhas distrações? Existem coisas mais interessantes para se pensar. Afinal, a moda das camisas com as etiquetas para a frente não se divulga sozinha.

Este post faz parte de uma coletânea chamada "Saga dos 7". Para leres a anterior basta clicares aqui.
Imagem retirada do Google

3 comentários:

  1. Rafa, dei like na página do facebook para te marcar na publicação de quinta, também segui no instagram e aqui no blog para ficarmos todas conectadas :)
    Beijinhos, Blog da Rachel

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    Respostas
    1. Este post não é meu, daí que eu não tenha visto mais cedo... Mas oobrigada!!

      Eliminar
  2. Ás vezes acontecem-me coisas dessas ahah
    Segui o blogue. Beijinhos :*

    ResponderEliminar

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